E ele está de volta. O incansável John McClane e seu famoso “Yippee ki-yay, motherfucker!”. Sim, o roteiro segue exatamente a base que você está pensando. O personagem de Bruce Willis se mete em confusão, rolam tiros, explosões, acidentes de carro de todos os tipos e termina vencendo o vilão no final, com apenas alguns arranhões. A pequena diferença é que nesse filme o policial durão conta com a parceria de seu filho, com quem tivera um entrevero no passado e qual melhor terapia de pai e filho senão lutar contra o crime juntos?

A pergunta a ser feita é, como pode essa franquia, recheada de clichês ser uma das melhores senão a melhor franquia de ação em atividade?

Duro de Matar – Um Bom Dia Para Morrer carrega consigo o mesmo estilo que deu certo no final da década de 80 no primeiro filme da franquia. Aliás, bons tempos para os filmes policiais, um ano antes da primeira aventura de McClane, Mel Gibson e Danny Glover estrelavam o primeiro Máquina Mortífera. Até hoje existem disputas sobre qual dos dois é melhor (Duro de Matar, claro!).

Os filmes de ação não evoluíram bem. Muitos apelam apenas para cenas de explosões e tiros intermináveis, personagens quadrados e pouco interessantes, outros tentam cair para o lado do humor, mas escorregam, não acertam o tom. John McClane é o personagem perfeito para esse tipo de filme, cínico, faz rir na medida certa, tem seu lado humano (há sempre alguém da família envolvido na trama do filme), e acima de tudo é o cara foda que faz tudo aquilo que faz tendo sempre uma carta na manga, sempre precedida de seu famoso bordão.

É claro que Duro de Matar não vai ser o melhor filme do ano, provavelmente nem concorra a nenhum prêmio, mas é sem dúvidas um ótimo entretenimento. Bruce Willis já prometeu o sexto filme da franquia e eu já estou ansioso. Afinal, ninguém é de ferro.

Assista ao trailer de Duro de Matar: Um bom dia para morrer

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