Tudo começou como uma grande brincadeira. Após alguns meses no curso de História do Cinema na PUC resolvi criar um blog para continuar o hábito da escrita após um Mestrado exaustivo. Apesar de envolvido com a internet e suas inúmeras ferramentas, nunca desejara criar um blog, pois não pesquisara e lera sobre um assunto como o faço atualmente com o cinema. Foi necessário no mínimo coragem para tentar discorrer em uma área já dominada por profissionais reconhecidos e com ampla bagagem. Contudo tinha certeza que a graduação  na área de educação poderia contribuir para uma abordagem interdisciplinar.

Decidido escolhi o nome do espaço tendo por base a proposta baseada na simplicidade. Arrotos é uma alusão ao tipo de texto construído, curto mas não pobre em conteúdo, já que muitos dizem não ter tempo e/ou paciência para ler grandes análises. Aos poucos percebi que o ato de escrever sobre um assunto pelo qual me apaixonara sairia da já citada brincadeira para a consolidação de um matrimônio digital. Sabia que a qualidade dos textos tenderia a melhorar com o tempo e a dedicação, fato comprovado empiricamente quando em um lapso saudosista leio as primeiras postagens do blog.

Espaço estruturado e posto convidei amigos para participar, tendo em vista criar um ambiente alternativo para discussão cultural não só do Cinema como da Arte. Um deles, Guilherme Mariano, jornalista por formação, tornou-se um grande contribuidor seja pelas idéias ou pelas produções finais. Julia Stateri que conheci durante o Mestrado também fez ponta por aqui. Meu grande medo sempre fora abandonar a idéia por falta de tempo ou qualquer outro tipo de desgaste. Manter uma regularidade nas postagens ajudaria a criar um público interessado. Recebemos bons incentivos durante esse primeiro ano com comentários e elogios. Entretanto sabemos que temos muito a melhorar.

Por fim agradeço a todos que acessam e contribuem para a manutenção desse espaço, um arquivo que será muito útil no futuro.

Parabéns ao Arrotos Culturais!

Há fatos curisosos que envolvem este espaço citarei-os em tópicos:

1 – Não gosto de escrever textos para desmerecer ou tripudiar algum filme, minha análise é produto de boa empatia com a produção citada. A exceção é um artigo sobre Crepúsculo, encomendado em uma das aulas na PUC.

2 – Não ouso dizer que sou crítico de cinema, eis uma categoria da qual não faço parte. Escrevo pequenos comentários pelo pouco que conheço da sétima arte.

2 – Em 1 ano tivemos quase 10.000 acessos únicos, a média diária é de 30 acessos e a palavra-chave mais procurada é trabalho infantil. Este é o post n° 175.

3 – O post mais acessado é Ser Criança Não Significa ter Infância, uma das primeiras postagens do blog que conta com o curta metragem “A invenção da Infância” de Liliana Sulzbach. Agora fica clara a ligação entre palavra-chave e post.

4 – A análise fílmica que rendeu mais acessos fora a de Bastardos Inglórios, último filme de Quentin Tarantino.

5 – Já fora convidado para escrever em outros espaços mas recusei, já que prefiro dedicar meu tempo a esse espaço.

Continuem conosco

Abraço

Thiago Barbosa

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